Paralisia cerebral tipo de tônus

cérebro na mãoA paralisia cerebral afeta a capacidade motora da criança impedindo o seu desenvolvimento normal. Em alguns casos chega até a impedir totalmente qualquer movimento enquanto em outros pode ser discreta, pois afeta minimamente a marcha.
Aproximadamente 20% das crianças que possuem deficiência são portadoras da paralisia cerebral.
Os tipos de paralisia cerebral são diferenciados pela quantidade de membros afetados como, por exemplo, na Monoplegia é quando um único membro foi afetado, quando são dois membros denomina-se Diplegia, enquanto quatro membros é Quadriplegia.
a Hemiplegia é a afecção de metade do corpo e a Paraplegia dos membros inferiores, já a paralisia total é chamada de Paresia.
O tônus da musculatura pode ser afetado de várias formas como, por exemplo, no início pode haver uma diminuição da tonicidade muscular sucedida em geral por um aumento do tônus dos músculos, seguida por uma contractura com maior risco de retrair-se e de fixar-se em uma posição habitual embora com dor, exemplo, pé aleijado ou eqüino.
No caso de Paresia ou Hemiplegia há o risco evolutivo de atrofiar progressivamente a musculatura atingida e assim ocorre a diminuição do ritmo do crescimento.
Dependendo da natureza da lesão do tônus pode haver também movimentação anormal que se observa pela desorganização dos gestos intencionais que podem atrapalhar até a articulação.

Paralisia cerebral causas e prevalências

menina com paralisia cerebral brincando com bonecaAs causas da paralisia cerebral quase sempre estão associadas às condições do parto como o traumatismo obstetrício, parto prematuro ou alguma doença neonatal. Por isso a importância de acompanhamento médico desde o início e ao longo de toda a gestação.

Paralisia cerebral tratamento fisioterapêutico

criança com paralisia em tratamento fisioterapêuticoDentre as formas de tratamento indicadas para paralisia cerebral a mais recomendada é a fisioterapia, pois objetiva proporcionar a evolução motora. O primeiro passo deste tratamento é a avaliação, após o resultado é elaborada a intervenção visando à necessidade da criança para que possa desenvolver habilidades compensatórias que facilitaram o dia-a-dia.
O tratamento fisioterapêutico é eficiente para evitar as deformidades nos ossos proporcionadas pela solicitação anormal dos tecidos amolecidos distensíveis.
Como tratamento também é recomendado a massoterapia, para aliviar as dores e as tensões da musculatura. E também a Equoterapia que é uma abordagem terapêutica que utiliza cavalos para realização de atividades que propiciam a reabilitação de quem possui paralisia cerebral, este método é eficaz e se soma a fisioterapia.
Muitos que aderiram a Equoterapia puderam experimentar a evolução no tocante ao equilíbrio e também a melhoria da marcha. O mais importante é que a Equoterapia não só contribui para melhorias físicas, mas também psicológicas, desenvolvendo em quem possui este tipo de deficiência a autoconfiança.

Uma criança com paralisia cerebral deve ser amada como é e não como deveria ser, este tratamento deve partir primariamente da família.

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